Vivemos um bom momento para personagens convidados em jogos de luta. De um lado, Conan, o bárbaro, estreando em Mortal Kombat 1. Do outro, a bela ninja Mai Shiranui, fazendo sua estreia em Street Fighter 6.
Quando veio o anúncio do segundo season pass de Mortal Kombat 1, dos personagens convidados, o Conan foi um dos que eu fiquei com o pé atrás. Porque o personagem foi claramente escolhido para mexer com a nostalgia da galera que jogou Mortal Kombat e cresceu ali nos anos 90, 2000.
O que até então era um receio (por achar que o personagem não combinaria com o universo do jogo) tornou-se uma bela surpresa. Quer você esteja no grupo que estão descontentes com o jogo atualmente ou não, uma coisa não pode ser negada, a NetherRealm fez um ótimo trabalho na adaptação do personagem para o universo de Mortal Kombat.
Mais do que apenas se adequar ao universo, trazer uma jogabilidade própria criativa (o que era outro receio, pelo medo do Conan vim parecido com o Kotal Khan), com direito a ter golpe de poder voltar a vida (com uma animação muito bonita, dele lutando contra uma espécie de fantasma, para não ter a alma levada). E uma homenagem muito bem feita aos filmes, sejam em golpes ou até fala contra outros lutadores.
Aqui no Brasil ainda temos um extra especial, já que a voz dublada do jogo é feita pelo próprio dublador do Arnold, o que ajuda a entrar mais ainda no personagem.
Se eles conseguiram fazer isso com o Conan, imagine o trabalho que será apresentado quando vier o trailer de gameplay do T-1000.
Se o trabalho em torno do Terry foi uma carta de admiração para com um veterano, o trabalho em torno da Mai foi uma carta de amor, uma declaração apaixonada para com o personagem. Uma belíssima adaptação da personagem da SNK para o jogo da Capcom, não apenas adaptando-a ao sistema do jogo, mas trazendo várias referências de Fatal Fury (que aqui para a América Latina soaram mais como referências a The King of Fighters, por ser o produto mais popular da SNK que a personagem faz participação pro lado de cá).
Com um kit bem diverso, boa movimentação e um sistema de charge que permite melhorar os golpes dela, após ter realizado o especial level 1. A personagem dá um show de beleza.
Outro fato que chamou a atenção no trailer foi a abertura especial entre a Mai e a Chun Li, será que teremos a adição de aberturas especiais daqui pra frente ou foi uma coisa colocada para criar mais hype no trailer?
Não existe momento melhor para estarmos tendo um crossover e a participação de personagens da SNK no universo de Street Fighter. O jogo é bonito visualmente, tem um sistema de jogo com personalidade e corrigiu falhas que eram motivo de críticas no jogo anterior.
Esperamos até o inicio de Fevereiro, para a ver a dama da SNK em plena ação no Street Fighter 6.


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